// linguagem própria
Como a gente
chama as coisas.
Grafias oficiais que nunca variam, o vocabulário na língua do usuário final (lei 9 da Constituição: nome interno de engenharia nunca lidera) e os termos que nunca usamos. Cole, use, mantenha consistente.
"Somos um chatbot"
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"Somos uma empresa de IA para operações de conversa."
"Somos um CRM" / "Somos uma CPaaS"
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"O yapt. tem CRM dentro — mas é a operação inteira."
"Usamos GPT / Claude / Gemini"
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Nunca revelar LLM. "O yapt. usa os modelos certos pra cada tarefa."
"Mais barato que [concorrente]"
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Nunca competir por preço nem citar concorrente com nome. O inimigo é o comportamento — o abandono.
"Disruptivo / revolucionário / game-changer"
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O número e o antes/depois. Adjetivo morre, prova fica.
"Estamos animados em anunciar..."
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"Lançamos X. Na prática, muda isto:"
"Acreditamos que..."
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"Os dados dos nossos clientes mostram..."
"Buscamos / talvez / podemos..."
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"Fazemos / entregamos / em X semanas." Hedge mata confiança.
"Prezado cliente"
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"Olá, [nome]" ou direto ao assunto.
"Solução robusta e escalável"
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"40M+ mensagens/mês em produção." É isso que sustenta a promessa.
Crescer "no escuro" (o slogan antigo e derivados)
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Morreu com o material antigo. Falar da operação, não da metáfora: "Você sabe qual campanha trouxe sua última venda? A gente liga as pontas."
Número sem fonte (herança antiga: percentuais do Mentor, milhões de conversas "analisadas", "pesquisa do Labs")
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Só número do banco de provas (04-provas). Número que não está lá não existe.