A Alma
New Way
// quem somos, como trabalhamos e o que entregamos
// leitura obrigatória pra quem chega — e reciclagem pra quem já está
Quem Somos
// cultura, valores e o piso que não se negocia
1Manifesto & DNA
Por que existimos
Propósito: fazer com que empresas e pessoas evoluam juntas através da tecnologia, da inteligência artificial e da educação.
Missão: fazer com que empresas vendam mais e atendam melhor.
Visão: ser reconhecida na América Latina como uma das empresas mais influentes em inteligência conversacional.
A New Way não nasceu num escritório bonito com investidores. Nasceu de uma transformação pessoal real — a história completa está no capítulo 6, "Nossa História". O que importa saber agora é o que essa origem virou: a New Way não é uma empresa de tecnologia. É uma empresa de pessoas que promovem soluções em tecnologia.
A tese: crescimento não se promete, se opera
O mercado vende crescimento como mágica: compre a ferramenta, contrate a agência, instale o bot. Não funciona. Crescimento é consequência de operar bem seis pilares, em sequência:
AQUISIÇÃO → PRÉ-VENDA → VENDA → ATENDIMENTO → SUPORTE → EXPANSÃO
Qualquer empresa, de qualquer tamanho, cresce quando esses seis pilares funcionam — com inteligência artificial, tecnologia e pessoas trabalhando juntas. É isso que a New Way faz. Não vendemos a mágica. Operamos a máquina, junto com o cliente.
O inimigo: o abandono
O pecado original do nosso setor é que ele vende plataforma de atendimento, promete atendimento e suporte com eficiência mas abandona o cliente depois que o cliente compra. Isso aparece de várias formas: implantação empurrada pra uma consultoria cara, suporte que não responde nem decide, fatura-surpresa, plataforma que cai e leva a operação do cliente junto, bot burro no ar queimando a marca de quem contratou, cancelamento que vira via-crúcis.
Repare no que estamos chamando de inimigo: é um comportamento, não uma empresa. Nenhum concorrente é citado pelo nome aqui, nem em conversa com cliente, nem em peça de marketing — e isso não é diplomacia, é precisão. O problema do setor não é que existam empresas ruins; é que abandonar virou o padrão aceito, e o cliente já entrou na conversa esperando ser abandonado de novo.
E não estamos criticando isso de fora, como quem nunca errou. A New Way veio desse mesmo mercado: o Netto construiu uma plataforma pioneira, viu ela travar por excesso de camada e decisão lenta, e teve que reconstruir tudo. Conhecemos o abandono por dentro porque também fomos ele em algum momento.
Por isso o inimigo é uma régua apontada primeiro pra nós. Toda vez que alguém aqui demora pra responder, empurra um problema pra outra área ou promete o que não vai entregar, o abandono voltou — e não adianta ele estar do lado de dentro. É contra isso que a gente trabalha todo dia.
Somos BSP Meta — o que isso muda
A New Way é BSP Meta oficial, com infraestrutura própria de WhatsApp Business API. Não dependemos de intermediário pra enviar e receber mensagem. Processamos 40 milhões de mensagens por mês em produção. Isso significa controle total, velocidade e escala — e é a base de tudo que construímos depois.
A empresa que opera junto
Essa é a nossa posição: a New Way é a empresa que opera junto. É a antítese exata do abandono. Na prática, opera junto significa:
- Implantação com gente nossa do lado, não manual em PDF.
- Suporte que resolve — somos a empresa de atendimento que atende.
- Evolução na velocidade da operação do cliente, não do nosso roadmap.
- Conta transparente: o cliente sabe o que paga antes da fatura chegar.
- Porta de saída digna: quem quer sair, sai com os próprios dados.
Levantar essa bandeira obriga a casa inteira, pra sempre. Um único cliente preso num cancelamento, ou sem suporte numa emergência, destrói a credibilidade de todos os outros compromissos. Por isso "operar junto" não é slogan de marketing — é o padrão operacional que qualquer área da New Way tem que sustentar, todos os dias.
Uma frase que resume tudo
"A New Way nasceu de uma transformação pessoal e existe para provocar transformação em organizações e pessoas. Fazemos isso unindo tecnologia, inteligência artificial e educação — porque acreditamos que organizações evoluem quando pessoas evoluem."
2O piso: caráter não se negocia
Antes dos valores, existe uma linha. Valores são teto: coisas que você persegue e nunca termina de atingir — sempre dá pra ter barra mais alta, sempre dá pra entregar melhor. O que vem agora é o contrário. É piso. Não é algo que a gente pede que você busque: é o mínimo abaixo do qual ninguém pode estar.
Aqui não se mente. Mentiu, é rua. Desligamento na hora.
Não é força de expressão nem ameaça de manual. É a regra mais simples e mais dura da New Way, e vale igual pra estagiário e pra diretor.
Erro é uma coisa. Caráter é outra.
Essa distinção é o coração deste capítulo, e ela precisa ficar clara desde o primeiro dia.
Errar é normal aqui. Você vai errar cálculo, vai quebrar coisa em produção, vai perder prazo, vai responder o cliente errado. Erro é recuperável: a gente corrige, aprende, documenta e segue. Ninguém é desligado por errar. Ninguém é punido por trazer problema, por dizer "não sei" ou por avisar que não vai dar.
Falha de caráter não é erro — é escolha. E escolha não tem conserto, porque não é uma questão de treinar melhor ou dar mais tempo. Depois da primeira, nada mais que a pessoa disser pode ser usado: nem o que for verdade.
O que conta como falha de caráter
- Mentir. Sobre prazo, sobre a causa de um problema, sobre o que a plataforma faz, sobre onde você estava.
- Prometer o que você sabe que não vai cumprir. Essa é a mais comum e a mais perigosa, porque na hora ela parece gentileza. Dizer "sim, sai até sexta" sabendo que não sai, ou vender uma função que ainda está em desenvolvimento como se estivesse pronta, é mentira com data marcada — só explode depois, na mão de outra pessoa.
- Maquiar. Número, resultado, relatório, registro. Ajustar um dado pra reunião ficar mais confortável é o mesmo que mentir na cara de todo mundo que vai decidir com base nele.
- Esconder ou omitir. Erro escondido, problema que você viu e não falou, cliente que está indo embora e ninguém sabe. Deixar o outro descobrir sozinho depois é mentira por silêncio.
- Jogar a culpa em outro. Deixar um colega levar a conta de algo que foi seu, ou se esconder atrás do time quando o erro tem seu nome.
- Usar o que não é seu. Dado de cliente, informação da casa, o nome da New Way — nada disso vira vantagem pessoal, favor pra terceiro ou conversa de bar.
- Desrespeitar pessoa. Humilhar, discriminar, assediar, expor alguém pra se sair melhor. Aqui a barra é dura com o trabalho e leve com a pessoa — quem inverte isso não fica.
Por que essa é a linha, e não outra
A New Way vende operar junto. O cliente coloca a operação dele — a receita dele — na nossa mão, e o time inteiro toma decisão em cima do que os outros dizem. Isso só funciona sobre confiança, e confiança leva anos pra construir e uma frase pra destruir.
Por isso a exigência é absoluta dos dois lados: a casa garante que ninguém aqui vai ser queimado por contar a verdade — inclusive verdade ruim, inclusive sobre si mesmo. Só dá pra cobrar verdade absoluta se existir segurança absoluta pra falar. Se você sentiu medo de contar algo, isso é um problema do ambiente e a gente precisa saber. Mas medo nunca vira justificativa pra mentira.
Esse piso é a raiz de várias regras que você vai encontrar mais pra frente: por que nenhum número é publicado sem fonte, por que o que está em desenvolvimento nunca vira promessa pro cliente, por que tudo tem que estar registrado. Não são burocracias soltas — são a mesma regra, aplicada em lugares diferentes.
3Os 4 Valores
Valores não são frases bonitas na parede. Aqui são critérios de decisão, de contratação e de avaliação — e são poucos de propósito: quatro cabem na cabeça de qualquer pessoa, no meio de um dia corrido, na hora de decidir.
A ordem importa. Quando dois valores colidirem numa decisão, ganha o que vem antes. Praticamente nenhuma empresa escreve isso, e é justamente por não escrever que os valores viram enfeite: sem ordem, dá pra justificar qualquer escolha escolhendo o valor conveniente.
1. Resultado acima de narrativa
Vale o que sai, não o que se conta.
Prioridade máxima na execução prática, na métrica e na entrega de valor — acima de narrativa e de teoria. Não é o deck bonito, não é a reunião bem conduzida, não é o plano elegante. É o que mudou de lugar no fim.
Na prática:
- A pergunta nunca é "o que você fez?" — é "o que você entregou?".
- Reunião que termina sem próximo passo com dono e data não produziu nada.
- Métrica é obrigatória. Se não mede, não sabe se funcionou — e provavelmente não funcionou.
- Tarefa grande? Quebre e entregue a primeira parte hoje.
Quando esse valor falta: a empresa fica cheia de gente ocupada e vazia de coisa entregue. Todo mundo consegue explicar bem por que ainda não saiu, e o cliente continua esperando.
2. Intensidade
Ritmo alto e decisão curta.
Isso não é sobre horas trabalhadas — é sobre quanto tempo uma decisão fica parada. A régua prática vem do tamanho do estrago: decisão que dá pra desfazer se toma na hora; decisão sem volta merece cuidado. Quase toda decisão do dia a dia é do primeiro tipo, e travar nela é o desperdício mais caro que existe.
De onde vem: a New Way já perdeu uma plataforma pioneira por excesso de camada e decisão lenta, e teve que reconstruir do zero. Lentidão aqui não é defeito de estilo — já custou caro uma vez, e ninguém quer pagar de novo.
Na prática:
- Dúvida entre planejar mais e lançar? Lance.
- Dá pra desfazer? Então decida agora, sozinho, e comunique.
- Pedir permissão ou pedir desculpa? Aja e comunique. Autonomia com responsabilidade.
- Rápido com direção é velocidade. Rápido sem pensar é pressa — não confunda.
Quando esse valor falta: a decisão fica na fila esperando reunião, o concorrente chega antes, e a empresa descobre tarde demais que estava confortável.
3. Só entregamos o que transforma
Não vendemos, não prometemos e não colocamos no ar o que não muda o negócio do cliente.
É o valor que sustenta a bandeira contra o abandono, por dentro. Demo linda com bot burro em produção humilha o cliente do nosso cliente. Função em desenvolvimento não vira promessa. Número sem fonte não vira argumento.
Na prática:
- Antes de construir: qual é a dor real? Pedido não é dor — cliente pede feature, a gente procura o problema atrás dela.
- Antes de lançar: o cliente entende isso sem manual?
- Se não resolve de verdade, não sobe. Adiar é melhor que subir vitrine.
- Prometeu o que sabe que não vai cumprir? Isso não é otimismo, é falha de caráter — está no capítulo anterior.
Quando esse valor falta: vende-se bem uma vez e perde-se o cliente para sempre. A confiança leva anos pra construir e uma entrega vazia pra destruir.
4. O problema é meu
Viu, é seu — até ter dono confirmado.
Não existe "não é minha área". Isso não significa fazer o trabalho da outra área: significa não soltar o problema no ar. A posse só transfere quando alguém confirma que pegou.
De onde vem: quando um desenvolvedor disse que conectar ao WhatsApp era impossível, a resposta foi "não aceito que não dá" — e dali nasceu o Mktzap.
Na prática:
- Viu um bug? Não espere alguém atribuir — investigue.
- Cliente reclamou? Resolva ou encontre quem resolve, e acompanhe até resolver.
- Processo quebrado? Não reclame no chat — proponha.
- "Eu não sei" é temporário. "Eu não quero" é inaceitável.
Quando esse valor falta: o problema fica solto até alguém tropeçar nele de novo, maior. O cliente espera enquanto duas pessoas acham que era a outra que devia ter cuidado.
A ordem, na prática
1. Resultado acima de narrativa 2. Intensidade 3. Só entregamos o que transforma 4. O problema é meu
Ganha quem vem antes — com uma exceção que não é exceção: o piso de caráter está acima dos quatro. Nenhum resultado, nenhuma velocidade e nenhuma entrega justifica mentir, esconder ou prometer o que não vai cumprir.
Os conflitos que mais aparecem, resolvidos:
- Resultado × Só o que transforma — não é conflito de verdade: entregar vitrine não conta como resultado. Resultado é o que muda o negócio do cliente, não o que fecha a tarefa.
- Intensidade × Só o que transforma — velocidade não autoriza subir quebrado, e qualidade não autoriza sumir. Quando os dois brigam, corta escopo: entrega menos, hoje, inteiro.
- Intensidade × O problema é meu — pegar o problema atrasa a sua entrega? Pega mesmo, registra e comunica. Problema solto custa mais caro que prazo estourado.
Valores na contratação
Cada valor é uma dimensão de avaliação no processo seletivo:
| Valor | Pergunta comportamental |
|---|---|
| Resultado acima de narrativa | "Qual o maior resultado mensurável que você já entregou? Como você mediu?" |
| Intensidade | "Me conte uma decisão que você tomou rápido, sozinho. E uma que você segurou — por quê?" |
| Só entregamos o que transforma | "Me conte uma vez que você segurou uma entrega, ou disse não pra um cliente, porque não ia resolver de verdade" |
| O problema é meu | "Me conte uma vez que pegou um problema que não era seu e não largou até ter dono" |
Competência técnica importa. Mas se os valores não batem, não funciona.
4Princípios de Decisão
Quando não tem regra, use esta hierarquia
Nem toda situação tem um manual. Quando estiver em dúvida sobre o que fazer, passe pela hierarquia abaixo — na ordem:
- Estamos sendo honestos? Antes de tudo. Se pra fazer você precisa esconder, maquiar ou prometer o que não vai cumprir, a decisão já está errada — é o piso do capítulo anterior.
- Isso muda alguma coisa pro cliente? Se não muda o negócio dele, não é entrega — é atividade.
- O que sai disso é mensurável? Opinião sem dado é achismo. Se não dá pra medir, não dá pra saber se funcionou.
- Dá pra desfazer? Se dá, decida agora e comunique. Se não dá, aí sim vale parar pra pensar direito.
- Isso tem dono? Se não tem, é você — até alguém confirmar que assumiu.
- Estamos aceitando o status quo por comodidade? "Sempre foi assim" não é argumento. Se incomoda, mude.
Regras práticas
Para o dia a dia, quando precisar decidir rápido:
| Dúvida | Regra |
|---|---|
| Fazer ou não fazer? | Faça. Errar rápido pra consertar rápido é melhor do que ficar paralisado pelo medo |
| Pedir permissão ou pedir desculpa? | Aja e comunique. Autonomia com responsabilidade |
| Seguro ou ousado? | Ousado. Posicione-se como quem quer ser, não como quem é no momento |
| Conflito entre áreas? | Cada líder resolve na sua cadeira — com dados, discordando abertamente se preciso. Se não resolver entre pares, escala com proposta, não com queixa |
| Fazer bonito ou entregar rápido? | Entregar rápido com barra alta. Feito é melhor que perfeito, mas meia-boca nunca |
| Seguir o processo ou resolver o cliente? | Resolver o cliente. Depois ajuste o processo |
Sobre "o problema é meu" — um esclarecimento importante: "o problema é meu" não significa fazer o trabalho da outra área no seu lugar. Significa não soltar o problema no ar até que alguém, de fato, assuma a posse dele. Você acolhe, direciona pra quem resolve e continua acompanhando — não larga a mão antes da confirmação. O passo a passo completo desse fluxo (o que fazer quando um pedido cai fora da sua área) está no Bloco 2, "Como Trabalhamos".
O que NÃO fazer
Tão importante quanto saber o que fazer é saber o que evitar:
- Não terceirize a decisão. Se tem informação suficiente, decida. Não espere o líder decidir por você.
- Não decida por ego. A melhor ideia ganha, não a ideia de quem tem o cargo mais alto.
- Não esconda o problema. Problema escondido cresce. Problema comunicado se resolve.
- Não repita erros. Errar é permitido. Errar a mesma coisa duas vezes é preguiça.
- Não confunda velocidade com pressa. Rápido com direção é velocidade. Rápido sem pensar é pressa.
Como isso funciona na prática
Cenário 1 — cliente pediu algo que não está no roadmap: "O cliente ganha?" → sim → "Resolve de verdade?" → sim → "Os dados apoiam?" → valide se mais clientes têm a mesma dor → decida.
Cenário 2 — duas áreas discordam sobre prioridade: cada líder é dono da sua cadeira. Apresentem dados, discordem abertamente, decidam juntos. Se não resolver, escalem — mas com proposta, não com problema. (Para o fluxo de um pedido específico que atravessa áreas, ver Bloco 2 — "Como Trabalhamos".)
Cenário 3 — você encontrou um jeito melhor de fazer algo: "Estamos aceitando o status quo?" → proponha a mudança. Não peça permissão pra melhorar — mostre o resultado.
Cenário 4 — deu errado: assuma rápido. Comunique. Corrija. Documente o que aprendeu. Siga em frente.
Uma frase que resume
"Na New Way, autonomia não é permissão — é expectativa. Você foi contratado para pensar, decidir e agir. Use os valores como bússola e os dados como mapa."
5Cultura de Feedback
Por que feedback é inegociável aqui
A New Way nasceu de uma verdade difícil. O fundador viveu 14 anos escondendo a realidade — e quase morreu por isso. Quando decidiu mudar, a primeira coisa que fez foi parar de mentir, pra si mesmo e pra todo mundo. Essa decisão virou o piso da casa: aqui não se esconde. Feedback é a ferramenta que mantém esse piso de pé no dia a dia — é como a verdade circula antes de virar problema.
Na New Way, esconder feedback construtivo é deslealdade com o time. Não dar feedback quando necessário não é "ser educado". É ser omisso.
Princípio central: duro no trabalho, leve na pessoa
Critique o trabalho, nunca a pessoa. Feedback não é ataque — é presente. Quem dá feedback quer que você cresça. Quem esconde, não se importa o suficiente.
Ser gentil não é o mesmo que ser agradável. Elogiar por cortesia ou diluir uma opinião pra não incomodar não é gentileza — é omissão.
As 4 regras do feedback
1. Fale agora, não depois. Feedback tem prazo de validade. Se aconteceu hoje, fale hoje — não guarde pra 1:1, não guarde pra review. Feedback bom envelhece e perde impacto; feedback ruim acumula e vira ressentimento. Regra prática: se passaram 48h e você não falou, a chance de falar com qualidade caiu pela metade.
2. Use o modelo SBI — Situação, Comportamento, Impacto:
| Passo | O que é | Exemplo |
|---|---|---|
| Situação | Onde e quando aconteceu | "Na reunião de segunda com o cliente X..." |
| Comportamento | O que você observou — fato, não interpretação | "...você interrompeu o cliente 3 vezes enquanto ele explicava o problema" |
| Impacto | O efeito que teve — em você, no time, no cliente | "...e ele ficou visivelmente frustrado e encurtou a call" |
O SBI separa fato de opinião. Não é "você é grosso" — é "naquela situação, aquele comportamento gerou aquele impacto". A pessoa sabe exatamente o que ajustar. E funciona pros dois lados: tanto pra apontar um erro ("no relatório de sexta havia 3 erros de dados, e o cliente questionou nossa credibilidade") quanto pra reconhecer um acerto ("na call com o lead, a forma como você usou os dados da campanha pra argumentar fez ele fechar na hora").
3. Ao receber, escute primeiro, decida depois. Agradeça — alguém investiu tempo em te ajudar a crescer. Não se defenda na hora — respire, escute. Reflita: nem todo feedback precisa ser aceito, mas todo feedback merece ser considerado. Decida: aceite e ajuste, ou descarte com consciência — as duas opções são válidas. O que não vale é entrar em modo defesa ("mas eu fiz isso porque..."), modo ataque ("você também faz isso") ou modo negação (ignorar e seguir igual).
4. Feedback vai em todas as direções. Líder para liderado é obrigação básica — quem lidera e não dá feedback não está liderando. Liderado para líder é esperado e encorajado. Par para par é o mais valioso, porque quem trabalha do seu lado entende melhor a qualidade do seu trabalho. E qualquer pessoa pode falar com qualquer pessoa, independente de cargo — um estagiário pode dar feedback ao CEO.
Rituais de feedback
- 1:1 semanal, 30 minutos, com pauta do liderado (não do líder): o que entreguei, onde preciso de ajuda, feedback mútuo. Pelo menos um feedback construtivo por 1:1, de cada lado.
- Feedback no momento. Não existe "reunião de feedback" — ele acontece quando a situação acontece. Preferência por presencial ou vídeo em temas sensíveis; texto serve para reconhecimento e coisas simples. Nunca feedback duro por mensagem de texto — o tom se perde, a intenção se distorce.
- Retrospectiva de projeto ao final de cada entrega relevante: o que funcionou, o que não funcionou, o que aprendemos. Sem culpados, foco no processo. Se não documentou, não aprendeu.
O que diferencia feedback de ataque
| Feedback | Ataque |
|---|---|
| "Naquela entrega, os dados estavam inconsistentes" | "Você sempre erra nos dados" |
| "Eu preciso que os prazos sejam comunicados antes" | "Você nunca cumpre prazo" |
| "A abordagem com o cliente poderia ter sido mais consultiva" | "Você não sabe vender" |
| Foca no comportamento específico | Generaliza e rotula a pessoa |
| Quer que a pessoa cresça | Quer que a pessoa se sinta mal |
Regra de ouro: se você não diria na frente da pessoa, não diga pelas costas. E se precisa dizer, diga na frente — com respeito e com SBI.
6Nossa História
A origem
Em 1980, nasce Waldis Bonatelli Netto, em Bariri, interior de São Paulo — filho de dono de oficina de caminhões e bancária da Caixa. Infância entre peças de motor e conta de banco.
Em 1993, aos 13 anos, com a família em crise financeira e numa escola pública perigosa, começa uma vida dupla que duraria 14 anos: dois mundos ao mesmo tempo, o que mostrava e o que escondia.
Em 1999, aos 19 anos, abre uma borracharia em sociedade — trabalho pesado, quase inteiramente manual, sem atalho. Foi ali que aprendeu que trabalho duro é a base de tudo, mas que sozinho não basta.
Entre 2001 e 2006, monta um posto de combustíveis. Misturou vício com negócio. Faliu. O aprendizado foi brutal: não dá pra construir nada sólido sem estar inteiro.
O ponto de virada
Em 2007, aos 27 anos, sem dinheiro pra comer e em depressão, entra num culto ainda sob efeito de droga. O pastor fala direto com ele, sem saber nada da sua história. Naquela noite, jogou o estoque de drogas no vaso sanitário e zerou a vida. Parou de mentir. Parou com tudo que sabia que era errado — não aos poucos, de uma vez.
Entre 2007 e 2009, testou outros caminhos: construção civil (contratando ex-detentos, aprendendo sobre pessoas), lojas de sapato (abriu três, todas faliram — aprendizado: não agir por ansiedade, planejar).
Em 2009, entra numa sociedade de digitalização de documentos para escritórios de advocacia. Percebeu que digitalizar não resolvia a dor real do advogado — ele precisava encontrar o documento certo na hora certa, não só ter uma cópia digital. Propôs evoluir o sistema; o sócio recusou; a sociedade se desfez. Foi aqui que nasceu o valor de nunca aceitar o suficiente: se a solução atual não resolve de verdade, muda-se — mesmo que seja preciso seguir sozinho.
O nascimento da New Way
Em 2010, com R$2.500 emprestados da avó Marisi, um scanner e um quarto como escritório, nasce a New Way — "Novo Caminho". O nome veio durante orações, refletindo a transformação pessoal que originou tudo. O primeiro funcionário, Henrique ("Bim"), depois se tornaria sócio.
Entre 2010 e 2013, a empresa vive de projetos sob demanda — sites, apps, sistemas. Crescimento lento, mas sadio: cada cliente atendido com tudo, cada projeto feito com força total.
O Mktzap — nossa raiz
Em 2015, um cliente não paga, e o fundador acaba ajudando os clientes desse cliente — empresas de cobrança. Dentro delas, percebe uma verdade simples: devedores não querem receber 20 ligações de cobrança por dia. Nasce o Mktzap, plataforma de atendimento digital via WhatsApp. Quando disseram que conectar ao WhatsApp era impossível, a resposta foi: "não aceito que não dá." Foi aqui que nasceu o valor "o problema é meu".
Em 2016, a Natura já é cliente — os primeiros grandes contratos começam a chegar.
A consolidação
Entre 2017 e 2021, a New Way passa de 8 para 150 colaboradores, ocupa 4 prédios em Bauru, é eleita a 7ª melhor empresa do Brasil para trabalhar pelo GPTW, cria o Instituto Novo Caminho como projeto social e passa a ter presença em 10 países. Deixa de ser uma startup e se torna uma empresa de verdade — com tudo de bom e de desafiador que isso traz.
A segunda tempestade
Em janeiro de 2021, o fundador é internado com Covid — 95% dos pulmões comprometidos, enfisema subcutâneo, perda de 20kg. No hospital Albert Einstein, o primeiro treino de reabilitação foi caminhar 2 metros na esteira, a 2km/h. Não temos controle de nada — mas temos controle de como reagimos. Dois metros é pouco, mas é o primeiro passo, e o primeiro passo é tudo.
A evolução
Em 2022, publica o livro "Transformação — Da escuridão das drogas para a plenitude do sucesso": a história completa, sem filtro. Porque não esconder não é só regra de empresa — é escolha de vida.
Em 2024, a New Way se torna BSP Meta oficial, com infraestrutura própria (Waent) — deixa de depender de intermediário pra enviar e receber mensagem no WhatsApp. Isso muda o jogo: controle total, velocidade, escala. E vira a base para tudo que veio depois.
Em 2025, começa o desenvolvimento do yapt. A visão: deixar de ser "só" uma plataforma de atendimento e se tornar a primeira plataforma AI-native de receita conversacional. O Mktzap foi a raiz. O yapt. é o fruto.
Dentro dessa mesma evolução, dois capítulos importam pra entender onde estamos hoje. O Cosmos foi a tentativa de trazer negócio pra dentro da conversa — foi descontinuado, mas virou aprendizado direto para o yapt., que resolve hoje o mesmo problema com IA nativa. O B4B, construtor de chatbots, segue ativo atendendo a base de clientes que já o usa; para clientes novos, é o yaFlows (dentro do yapt.) que assume esse papel.
Em 2026, a New Way opera 40 milhões de mensagens por mês em produção, sustentada pela combinação de sermos BSP Meta oficial, plataformas (yapt. e Mktzap), educação (NW Academy) e pessoas — os quatro meios que sustentam tudo que entregamos hoje.
O que essa história ensina
Essa não é só a história do fundador. É a história da New Way, e ela carrega tudo que somos:
- O piso — nunca mentir — nasceu de 14 anos escondendo a realidade, e da decisão de parar de mentir de uma vez.
- Resultado acima de narrativa — nasceu na borracharia e no MVP do Mktzap: trabalho meia-boca significava não comer, e o contrato veio de quem visitou, não de quem planejou.
- Intensidade — nasceu do preço da lentidão: uma plataforma pioneira que travou por excesso de camada e teve que ser reconstruída do zero.
- Só entregamos o que transforma — nasceu quando sentiu na pele a dor de receber 20 ligações de cobrança por dia, e resolveu essa dor em vez de vender mais uma ferramenta.
- O problema é meu — nasceu quando o desenvolvedor disse "impossível" e a resposta foi "não aceito que não dá".
Cada valor tem uma cicatriz. Cada cicatriz tem uma lição.
"A New Way nasceu de uma transformação. E transformação não é evento — é processo. Todos os dias."
Bloco 1 completo. Próximo: Bloco 2 — Como Trabalhamos.
Como Trabalhamos
// objetivos, rituais, registro e seus primeiros 60 dias
1Os 3 objetivos
Tudo o que a New Way faz se mede contra três coisas:
- Receita.
- Custos.
- Eficiência operacional - fazemos com agilidade e eficiência.
Não tem quarto objetivo escondido, não tem "depende da área". Se uma iniciativa não empurra pelo menos um desses três pra frente, ela não é prioridade — por mais interessante que pareça. Antes de puxar um projeto, pedir uma vaga ou defender uma ideia em reunião, a pergunta é sempre a mesma: isso melhora receita, reduz custo ou destrava eficiência? Se a resposta é "não sei", a resposta é não.
2Como a New Way se organiza
O CEO está no topo, e dele saem as áreas: Tecnologia (Engenharia + Produto), Negócios, Suporte, Customer Success, Finanças, Marketing e Life.
O desenho acima mostra os papéis, não as pessoas — quem é quem, quantos somos em cada área e a quem você reporta ficam no JournWay, sempre atualizados.
Atravessando essa estrutura tem uma faixa que não aparece em organograma nenhum de empresa comum: Operações. Operações é dona do manual da New Way, dos processos e dos indicadores — o que significa que ela define como o trabalho é feito e como ele é medido, em qualquer área. Ninguém reporta pra Operações. A autoridade dela não vem de hierarquia, vem do processo: se o processo diz que é assim, é assim, mesmo que quem esteja falando não seja seu líder.
Tem um bloco dentro do organograma que merece atenção especial: Negócios, Suporte e Customer Success são três portas do mesmo cliente. Quem vende, quem socorre e quem cuida são pessoas diferentes, times diferentes — mas pra quem está do outro lado, é tudo "a New Way". Não existe "isso não é comigo, fala com o outro time" na cabeça do cliente. Por isso cada conta tem fronteira escrita e dono único: o dono formal é comercial ou CS, dependendo do momento da conta, e a implantação tem dono técnico dedicado. Todo mundo sabe quem é o dono. Se você não sabe, pergunta antes de prometer qualquer coisa.
3As Leis de Registro — JournWay para tudo
O JournWay é o CRM central da New Way, e ele não é "mais uma ferramenta". Ele é onde a empresa lembra do que aconteceu. As leis são simples e não têm exceção:
- Se aconteceu e não está no JournWay, não aconteceu.
- Toda reunião nasce no calendar do JournWay; toda transcrição entra e é finalizada lá.
- Todo incidente com cliente é lançado. Todo pedido é anotado.
- A Visão 360 é o ponto de partida antes de falar com qualquer cliente — você lê antes de escrever, sempre.
- WhatsApp com cliente é o yapt. (ou o app Business, para quem coexiste no front). Nunca número pessoal solto — isso não é regra de estilo, é regra de rastreabilidade e de segurança do cliente.
- Email de suporte é o JournWay. Conversas e tickets vivem na aba Atendimentos, com o yapt. integrado ao CRM.
Essas leis existem porque memória de pessoa falha, e memória de time falha ainda mais rápido. Um pedido que só existe na cabeça de quem atendeu é um pedido que vai se perder na primeira semana de férias, na primeira demissão, no primeiro dia corrido. Não registrar é a primeira forma de abandonar — e abandono é exatamente o que a New Way existe para combater, dentro e fora de casa.
4Rituais
O modelo-alvo de reunião na New Way tem quatro camadas:
- Weekly de liderança — já existe, roda toda semana.
- Weekly por time — cada área tem a sua.
- 1:1 quinzenal, no mínimo, entre líder e liderado.
- Review mensal de objetivos — onde a área confere o que entregou contra os 3 objetivos do capítulo 1.
Três regras de cobrança valem para qualquer um desses rituais:
- Reunião sem pauta prévia não acontece. Se ninguém preparou o que vai ser discutido, ela não deveria estar na agenda.
- Sem próximos passos com dono e data, a reunião não terminou. "Ficou combinado" sem dono e sem data é a mesma coisa que não ter ficado combinado.
- A weekly seguinte abre pelos próximos passos da anterior. Não tem reunião nova que ignora o que ficou pendente da última — o time começa cobrando o que prometeu, não inventando pauta nova.
5O que está sendo redefinido — e o que fazer enquanto isso
Você vai chegar numa empresa em obra. Isso não é acidente nem desorganização: a New Way está reformulando todos os seus processos, de propósito e ao mesmo tempo — as ferramentas do dia a dia e como usá-las, os rituais e cadências, o modelo de comunicação, os processos de cada área e a forma de medir produtividade e resultado.
Reconhecer isso em voz alta é mais honesto do que te entregar um manual que a própria casa já não segue. Processo que funcionava com vinte pessoas não funciona com cento e cinquenta; ferramenta que parecia suficiente virou gargalo; ritual que existia deixou de fazer sentido. Em vez de documentar o que não funciona só para ter algo escrito, estamos construindo o modelo certo e documentando quando estiver pronto.
A regra enquanto a obra corre é uma só: o alinhamento é sempre com o seu líder direto. Quando o processo da sua área ainda não estiver escrito, ou quando o que estiver escrito não bater com a realidade, você não inventa e não trava — você alinha com quem lidera você. É o líder direto que diz como se faz hoje na área dele, e é ele que leva pra cima o que precisa mudar.
O que não muda durante a reformulação, e vale desde o seu primeiro dia:
- Autonomia com responsabilidade — você foi contratado para pensar, decidir e agir.
- Resultado acima de presença — importa o que você entrega, não onde você está.
- As Leis de Registro — processo pode mudar, registro no JournWay não.
- Os 4 valores e o piso de caráter — quando não existe processo, é o que resolve.
6Síncrono vs. assíncrono
Reunião existe para decidir. Chat existe para coordenar. São coisas diferentes e a New Way não mistura as duas.
Se uma decisão está sendo tomada dentro de uma conversa de chat, ela só é real quando vira registro no JournWay. Decisão de chat que não vai pro JournWay não existe — é a mesma lógica da lei de registro do capítulo 3, aplicada ao dia a dia. Isso não é sobre qual ferramenta de chat a empresa usa hoje ou vai usar amanhã — é sobre a camada certa para cada tipo de conversa: combinar horário é chat, decidir rumo é reunião com registro.
7Como medimos
A medição de desempenho na New Way tem três camadas:
- Participação nos rituais do capítulo 4.
- Execução das tarefas que ficaram combinadas nesses rituais.
- Contribuição da sua área aos 3 objetivos do capítulo 1.
Com honestidade: os indicadores específicos de cada área ainda estão em construção, junto com cada líder. Não existe hoje uma tabela fechada de "isso vale tanto ponto" para todo mundo — e preferimos te dizer isso claramente a fingir que já existe uma régua pronta que você vai descobrir não existir na prática. O que já vale, desde o primeiro dia, são as três camadas acima.
8Pedido fora da sua área
Vai acontecer: alguém vai te pedir algo que não é da sua área. O fluxo oficial tem 5 passos, e ele existe para que nenhum pedido fique boiando sem dono:
- Acolhe e entende o pedido — não empurra de volta sem escutar.
- Registra na Visão 360 do cliente ou no JournWay, conforme a lei de registro.
- Comunica quem pediu: "vou direcionar e te dou retorno." Ninguém fica no escuro esperando.
- Aciona o responsável diretamente — não solta o pedido num canal genérico esperando que alguém pegue.
- Continua dono do pedido até que alguém confirme que assumiu a posse. Se passar 1 dia útil sem dono confirmado, escala para o líder.
Isso é o que a New Way chama de "o problema é meu": não é fazer o trabalho da outra área, é não soltar o problema no ar até que alguém de fato o pegue. A diferença entre as duas coisas é a diferença entre ajudar o cliente e virar gargalo.
9IA no dia a dia
A New Way é AI-first — e isso só significa alguma coisa se cada pessoa souber usar IA no trabalho de verdade, não só no discurso. Nossa ferramenta oficial é o Claude.
Princípio: IA é requisito, não diferencial. Antes de fazer qualquer trabalho repetitivo manual, a pergunta é: "a IA faz isso?" Se a resposta é sim e você não usou, o problema não é a IA — é você não ter perguntado.
Segurança: existe informação que nunca entra em um chat de IA — dado sensível de cliente, senha, contrato. Isso vale para qualquer ferramenta de IA, o Claude incluído. Trabalhar rápido com IA não pode significar vazar o que não é seu para vazar.
Responsabilidade: a IA erra. Quem assina o que sai dela é você. Usar uma resposta de IA sem revisar é o oposto exato de entregar o que transforma — é terceirizar seu julgamento para uma ferramenta que não tem contexto do seu cliente, do seu processo ou da sua responsabilidade.
No seu primeiro mês, você vai ter uma trilha específica — "IA na prática" — para aprender a usar isso no seu dia a dia, na sua área. Por enquanto, o que importa é o princípio: pergunte à IA antes de fazer na mão, e revise sempre antes de assinar.
10Seus primeiros 30/60 dias
Até o dia 30: você domina a alma da New Way, conhece os produtos, sabe usar as ferramentas e já está dentro dos rituais da sua área. Você passou na prova deste onboarding. E, mais importante: você já entregou algo. Não é sobre saber — é sobre ter feito.
Até o dia 60: você opera sozinho, sem precisar de alguém segurando sua mão em toda tarefa. Você já trouxe resultado mensurável para sua área. E o seu líder já registrou, num 1:1, um feedback positivo sobre o seu trabalho.
Depois do dia 60: vale a régua de todo mundo — as três camadas de medição do capítulo 7, sem exceção pra quem é novo.
Cada área tem um anexo próprio: um molde de uma página, preenchido pelo seu líder na sua contratação, com o que os primeiros 30 e 60 dias significam especificamente na sua função. O conteúdo desse molde é do seu líder — este bloco te dá a régua geral que vale para toda a New Way.
O Ecossistema
// yapt., Mktzap, JournWay e o que sustenta tudo
O retrato atual da New Way por dentro: o que existe, pra que serve, e como uma peça conecta com a outra. Sem histórico de produto descontinuado — isso fica no Bloco 1 (História). Aqui é só o que está de pé, hoje, 30/07/2026.
1O mapa
A New Way entrega inteligência artificial para operações de conversa com quatro meios, sempre juntos: IA, plataformas, educação e pessoas. Nesse bloco, o foco é nas plataformas — as peças que sustentam tudo o resto.
Pensa assim:
- BSP Meta é a fundação. Não é um produto que se vende à parte — é o que nos dá o direito de operar WhatsApp Business API em escala, sem depender de ninguém.
- Mktzap é a raiz viva. O produto que começou tudo em 2015, não é mais vendido para clientes novos, mas continua evoluindo e atendendo centenas de clientes ativos todos os dias. Raiz viva, não peça de museu.
- yapt. é a estrela — a plataforma AI-first de receita conversacional, o produto principal que vendemos hoje e para onde a casa está indo.
- JournWay é a espinha dorsal — o CRM interno da New Way. Não é produto de cliente: é onde a própria New Way opera. Todo cliente, toda reunião, todo incidente, todo pedido passa por ele.
- NW Academy é a educação — as trilhas que formam operador, vendedor, gestor e parceiro, tanto do lado do cliente quanto do nosso time.
Essas peças não competem entre si. Se encaixam: BSP sustenta yapt. e Mktzap; yapt. vende e atende; JournWay registra e conecta tudo; Academy forma quem opera cada uma delas.
2BSP Meta — o que significa sermos BSP
BSP significa Business Solution Provider — é o credenciamento oficial da Meta que autoriza uma empresa a operar o WhatsApp Business API. Sem BSP, não tem API oficial. Sem API oficial, não tem escala, não tem múltiplos atendentes, não tem automação de verdade.
A New Way não contrata um BSP. Nós somos BSP Meta oficial. Infraestrutura própria, sem intermediário no meio.
Na prática, isso muda tudo:
| Aspecto | Empresa que depende de BSP de terceiro | New Way |
|---|---|---|
| Controle | Depende de outra empresa pra enviar/receber mensagem | Controle direto da infraestrutura |
| Custo | Paga markup do BSP em cima do custo da Meta | Paga só a Meta |
| Escala | Limitada ao plano contratado com o BSP | Escala conforme a operação exige |
| Dados | Passam pelo BSP antes de chegar | Ficam na nossa infraestrutura |
Ser BSP é raro. A maioria das plataformas de atendimento no mercado — inclusive concorrentes conhecidos — depende de um BSP para funcionar. A New Way processa 40M+ mensagens por mês em produção direto na própria infraestrutura, entre Mktzap e yapt. Isso é operação real, não projeção.
Ser BSP também dá as manhas de mercado que só quem opera a infraestrutura tem: gestão de qualidade de número, tiers de mensageria, templates aprovados pela Meta, conformidade — o tipo de conhecimento que evita bloqueio e mantém o cliente operando sem susto.
3yapt. por dentro
O yapt. é a plataforma AI-first de receita conversacional da New Way — o produto principal, o que vendemos hoje para clientes novos e para onde toda a casa está evoluindo.
Ele reúne, numa tela só, o que uma operação de vendas, atendimento e suporte precisa para rodar com IA de verdade — não IA de vitrine.
O que existe hoje, em produção:
- Agentes de IA que trabalham na operação — vendem (qualificam, agendam, montam carrinho, fecham pedido com Pix, cartão ou boleto dentro da conversa), fazem pré-venda 24/7, preparam o vendedor pra fechar e recebem chamado de suporte já organizado. Rodam em 2 modos: autônoma (atende sozinha) e sussurro (painel lateral que só o vendedor vê, com sugestão de resposta e alerta). O Mentor (ver abaixo) é uma camada à parte, não um terceiro modo.
- yapt. Disparos — campanha de WhatsApp em massa com inteligência de operação: pode sair de vários números ao mesmo tempo dividindo o público entre eles, testa templates com IA, pausa sozinho ao primeiro sinal de problema, mostra custo por envio.
- Aquisição conectada — atribuição de onde veio cada lead (rastreio), tráfego pago de Google e Meta ligado à conversa, e o loop fechado: a venda real volta pra Meta e pro Google otimizarem a campanha com dado de venda, não de clique.
- yapt. Inbox — a tela onde a operação enxerga tudo: conversas, pipeline, contexto do cliente, em tempo real, com WhatsApp oficial, Instagram e widget no site na mesma tela.
- IA com memória infinita — o cliente não repete a história depois de sumir três meses; a IA lembra do histórico inteiro.
- Detecção de emoção do cliente na conversa — sinaliza frustração, urgência, risco de cancelamento, conversa a conversa.
- Mentor — a IA que treina o time em tempo real: sugere a resposta certa, cobra o playbook, aponta o risco, sem o cliente perceber.
- CRM completo dentro da conversa — pipeline, propostas com link e aceite online, catálogo de produtos, carteiras por vendedor, lead scoring.
- Gestão de atendimento e operação — yaFilas mostra a fila de atendimento ao vivo, com status de SLA (ok/atenção/estourado) antes de estourar; o roteamento por setor decide sozinho o que fazer quando um atendente fica offline (redistribuir, devolver pra IA, transferir); yaPortfolios organiza carteiras de clientes com metas por período (receita, negócios ganhos, tempo de resposta) e health score; yaOperations controla presença, pausa e ociosidade do time e projeta quantos atendentes cada dia vai exigir; o Window Guardian avisa antes da janela de 24h do WhatsApp fechar.
- yaTickets — o suporte roda em pipeline configurável, com SLA por estágio (que pode ser pausado), escalação em dois modos (espelho ou transferência) e reabertura auditada; yaBrain é a base de conhecimento com IA que a própria IA consulta para responder, com busca semântica e placar de saúde da base.
- Pesquisas (CSAT/NPS) — dispara sozinha assim que o atendimento termina, o cliente responde dentro do próprio WhatsApp, e a resposta não reabre a conversa já fechada; tem análise de sentimento sobre o comentário livre e relatório por agente, setor e canal.
- yaFollowUp — motor de reengajamento que detecta contato parado e retoma sozinho, e cancela a régua inteira quando o cliente responde, o negócio fecha ou a conversa é transferida; a inteligência de compra dentro do Contato 360 mostra LTV, histórico de pagamento e um cálculo de risco de churn.
- Flows e automações e integrações com os sistemas do cliente em horas, não em meses.
O que ainda não existe — e é importante saber, pra nunca prometer errado:
- E-mail como canal do Inbox ainda não está pronto — não é pra prometer.
A regra de ouro: o que está em desenvolvimento não vira promessa pro cliente. É assim que a New Way sustenta a bandeira de nunca colocar IA de vitrine no ar.
4Mktzap — a raiz que continua viva
O Mktzap é o produto que começou tudo, em 2015 — a New Way foi pioneira em WhatsApp Business no Brasil com ele. Hoje não é mais comercializado para clientes novos, mas isso não faz dele um produto morto: ele continua evoluindo e segue no ar, sustentando centenas de clientes ativos, todos os dias, em operação real.
É a base histórica sobre a qual a New Way virou o que é hoje — inclusive a força de ser BSP Meta veio do que foi construído desde o Mktzap. Muita coisa que aprendemos de mensageria em escala, qualidade de número e operação com WhatsApp veio de anos rodando essa plataforma.
O caminho natural de evolução, quando um cliente do Mktzap precisa de mais inteligência — IA nativa, CRM embutido, automações mais sofisticadas — é migrar para o yapt. Mas isso é evolução, não descarte: enquanto um cliente estiver no Mktzap e ele atender a operação dele, ele continua recebendo manutenção e evolução da casa.
Trate o Mktzap como raiz viva. Nunca como legado morto.
5JournWay — onde a New Way opera
O JournWay é diferente de tudo que veio antes nesse bloco: não é um produto que a New Way vende. É o CRM interno da própria New Way — a espinha dorsal por onde passa a operação inteira da casa.
Lembra das Leis de Registro do Bloco 2? É por isso que elas existem. Se um cliente teve uma reunião, um incidente, um pedido, uma conversa — e isso não está no JournWay, não aconteceu. Todo cliente, toda reunião, todo incidente com cliente, todo pedido passa por ele. É o ponto de partida antes de falar com qualquer cliente — a visão 360.
O suporte e o relacionamento com o cliente da New Way rodam dentro do yapt., integrado ao JournWay. Na prática: as conversas de suporte com o cliente e os tickets abertos vivem na aba Atendimentos do JournWay. O time atende usando a força do yapt. (IA, inbox, automação), mas o registro, o histórico e a gestão de cada conta ficam centralizados no JournWay.
Não existe "esperar treinamento de JournWay pra usar". Desde o primeiro dia, todo colaborador registra o que faz nele — é o mínimo pra qualquer coisa contar como tendo acontecido de verdade. Um treinamento dedicado, mais fundo, vem depois (fase 2 deste programa).
6Como tudo se conecta pro cliente New Way
Do ponto de vista de quem vira cliente da New Way, a jornada passa pelas mesmas peças, em sequência:
- Vendeu — pelo comercial, no yapt. (ou, se for um cliente de base antiga, no Mktzap).
- Passou a viver no JournWay — o cliente entra na espinha dorsal da casa: conta registrada, histórico começando, dono definido.
- É atendido via yapt., integrado ao JournWay — toda conversa de suporte, todo ticket, toda interação com esse cliente acontece pelo yapt. e fica registrada na aba Atendimentos do JournWay.
- É formado pela NW Academy — trilhas de operador, vendedor, gestor ou partner, conforme o papel de quem está usando o produto do lado do cliente.
Tudo isso sustentado pela fundação: somos BSP Meta, então nada disso depende de intermediário pra funcionar.
Para o cliente, é tudo "a New Way" — uma empresa só, operando junto. Por dentro, é esse conjunto de peças trabalhando encaixadas.
Inventário de produto conferido no Mapa de Funcionalidades (nw-brand-system/produto/mapa/) — varredura de 31/07/2026.
O que Entregamos
// a jornada dos seis pilares e os setores que atendemos
Abertura
A New Way atua onde conversa vira receita e relacionamento. Hoje essa jornada é entregue pelo yapt. — o Mktzap continua vivo, evoluindo e sustentando a base de clientes que já opera nele, mas não saímos mais a mercado com ele, salvo casos específicos.
Qualquer setor, de qualquer tamanho, cresce operando os mesmos seis pilares:
AQUISIÇÃO → PRÉ-VENDA → VENDA → ATENDIMENTO → SUPORTE → EXPANSÃO
É essa a lente do bloco inteiro. Muda o setor, não muda a jornada. Primeiro descrevemos a jornada uma vez — ela é sempre verdade, pilar a pilar, com o que a plataforma faz de concreto. Depois mostramos por onde cada setor entra nela e o que é particular ali.
A jornada descrita nesta camada é sempre a mesma pessoa andando: o cliente final — quem entra em contato com a empresa que usa o yapt., seja comprando, sendo atendido ou voltando a comprar. A New Way não vive essa jornada por dentro, quem vive é o cliente. O que a New Way entrega é o motor que faz cada etapa acontecer: plataforma, IA, infraestrutura oficial da Meta e a equipe que implanta e opera junto do cliente.
Aquisição
O cliente que investe em tráfego não sabe qual campanha traz venda de verdade, nem tem as manhas de operar dentro das regras da Meta sem tomar bloqueio de número. O lead chega — mas a equipe do cliente não sabe de onde.
O que entregamos:
- yaAcquisition Hub reúne as portas de captação numa página só: botão do WhatsApp, widgets e formulários.
- Widget de webchat embutido no site do cliente roda o mesmo agente de IA do WhatsApp — perfila o visitante aos poucos, dispara gatilhos proativos, oferece a ponte "continuar no WhatsApp" e rastreia visitante e página (UTMs, scroll, tempo).
- CTWA com extração completa — clique em anúncio pra WhatsApp chega com 10 campos capturados (origem, URL, título, texto, tipo de mídia, imagens), salvos no contato e na atribuição.
- Instant Engage — lead de formulário da Meta recebe WhatsApp proativo em segundos; a atribuição é feita no servidor, não depende do navegador do visitante.
- Google Ads conectado, sincronizando campanhas e rodando o mesmo Instant Engage.
- Campaign Intelligence guarda ticket esperado, contexto de produto e público-alvo por campanha, e alimenta a IA que vai atender o lead.
- yapt Tag rastreia a origem no site do cliente; integração com Shopify, WooCommerce e Nuvemshop atribui a compra à campanha que trouxe o cliente.
- Distribuição entre múltiplos números — uma campanha grande pode sair de 2 ou mais números conectados ao mesmo tempo, dividindo o público entre eles por partes iguais, por percentual ou em ondas ao longo do tempo, cada número respeitando o próprio limite de tier — recurso liberado por conta.
O ponto que amarra tudo: o lead nunca chega anônimo. É essa origem que permite atribuir a venda lá na frente, sem depender de achismo de agência.
Pré-venda
Lead chega fora de horário e esfria. Ninguém responde em cinco minutos, e o vendedor do cliente, quando entra, não sabe nada de quem está do outro lado.
O que entregamos:
- Inbox V2 com priorização por IA — 4 visões fixas, score de 0 a 100 com explicação do porquê, em tempo real.
- Agentes de IA em 2 modos: autônoma (atende sozinha) e sussurro — painel lateral que só o vendedor do cliente vê, com sugestão de resposta, próxima ação e alerta tipo "cliente frustrado detectado". O híbrido/copiloto foi descontinuado; o Mentor (mais abaixo) é uma camada de treinamento à parte, não um terceiro modo de operação do agente.
- Lead scoring duplo — comportamental (7 fatores: engajamento, recência, perfil, emoção, canal, negócio, ciclo de vida) somado a um score por IA lido a partir do ICP descrito pelo cliente; recalcula sozinho a cada 10 minutos.
- Detecção de emoção na conversa — 13 sinais (frustração, urgência, hesitação, desinteresse, satisfação, ansiedade e outros), com tendência ao longo das últimas mensagens, entrando direto no lead score.
- IA com memória infinita — antes de responder, busca o que já sabe daquele contato; depois grava e extrai fatos novos (estágio, orçamento, objeções). Se a busca falhar, a conversa não trava — ela continua.
- Construtor de fluxos — mais de 40 tipos de nó (mensagem, espera, aguardar resposta, condição, decisão por IA, ação, habilidade, divisão, laço, transferência), 9 gatilhos de entrada, teste a seco antes de publicar.
- Zona de cobertura de IA — a IA supervisiona um playbook de passos dentro do fluxo, com saídas previstas para sucesso, tempo esgotado, negativa e transferência pra humano.
- Formulários nativos do WhatsApp (os Flows) — agendamento, cadastro, pedido e pesquisa preenchidos dentro da própria conversa, sem link externo e sem sair do WhatsApp. Construtor próprio, publicação e galeria de modelos prontos.
- Agenda com sincronização bidirecional com Google Calendar, múltiplos vendedores e detecção de conflito de horário.
Venda
O time comercial do cliente perde venda por desorganização: sem follow-up cobrado, sem contexto de quem já falou o quê, sem visibilidade de quem fecha e quem enrola.
O que entregamos:
- Pipeline de negócios — kanban, múltiplos funis, participantes, produtos, valor ponderado por estágio, motivo de perda registrado.
- Contato 360 — ciclo de vida completo (visitante → lead → cliente → VIP), score, tendência de emoção, negócios, atividades, propostas e origem, tudo num só lugar.
- Propostas por blocos com variáveis, página pública mobile, rastreio de visualização e tempo de leitura, aceite online registrado (quem, quando, IP) e versionamento.
- Catálogo de produtos integrado à conversa.
- Venda dentro da própria conversa (B2C) — carrinho, pedido e pagamento (Pix, cartão, boleto, transferência, link), com cálculo de frete.
- Habilidades do agente — biblioteca de ações reais que a IA executa: mensageria, financeiro, imobiliário, agendamento, frete, qualificação, escalação, carrinho, negócio, dados.
- Templates de WhatsApp — construtor visual, as 3 categorias da Meta, sincronização automática, analytics, teste A/B e versionamento.
- Mentor — a IA que treina o colaborador do cliente em tempo real, com painel mostrando o estado de cada IA em campo e indicadores rápidos de performance.
- yapt. Disparos — segmentação por regra, ritmo de envio configurável, orçamento com pausa automática ao atingir o teto, sequências multi-passo (enviar → esperar → condição), métricas ao vivo, bloqueio e descadastro automáticos, pausa automática se a qualidade do número cair para vermelho na Meta, e controle de vazão por tier do número — o sistema já limita sozinho o ritmo de envio de um número novo, sem precisar configurar nada, protegendo contra bloqueio.
Atendimento
O cliente final compra e o pós vira bagunça: cada canal é uma ilha, ninguém enxerga o histórico, e o cliente final grande espera na fila atrás do pequeno.
O que entregamos:
- yaFilas — radar ao vivo de quem está aguardando, quem está sendo atendido, tempo médio de espera, situação do SLA (ok/atenção/estourado) e alertas, com agentes mostrando status, carga e utilização.
- Modelo de capacidade — capacidade total vs. inteligente (conversas ativas vs. vagas), com teto de conversas simultâneas e de conversas abertas por operador.
- Distribuição e roteamento por setor — modos rodízio, menos carregado e manual; regra para quando o operador fica offline (redistribuir, manter, devolver pra IA, transferir de inbox); fidelização do cliente ao mesmo atendente (sempre, por período, ou até resolver); regras específicas de fora do expediente e feriado.
- yaPortfolios (carteiras) — carteira de clientes, território ou compartilhada; distribuição por rodízio, menos carregado, menos contas ou menor receita; papéis na equipe; metas por período (receita, negócios ganhos, conversas resolvidas, tempo de resposta, MRR) e health score da carteira.
- Fechamento e reabertura configuráveis por setor — fechar na hora, resolver e fechar depois (com janela configurável), ou apenas resolver.
- yaOperations — presença por batimento (detecta operador offline em minutos), motivos de pausa com tempo máximo, tempo de pós-atendimento, detecção de ociosidade, previsão de equipe por hora a partir do histórico, relatórios de ocupação e produtividade.
- Window Guardian protege a janela de 24 horas do WhatsApp com alerta visual e cutucada automática antes de fechar.
- Multicanal na mesma tela — WhatsApp oficial, Instagram e webchat, uma única conversa por cliente.
- Torre de controle do roteamento — histórico das decisões de distribuição, pra o gestor auditar por que uma conversa caiu em determinado operador em vez de descobrir no grito.
- Respostas rápidas — respostas prontas com variáveis, pra o time não digitar a mesma explicação cinquenta vezes por dia.
Suporte
O suporte come margem e ninguém sabe se está indo bem. O cliente final irritado só é descoberto tarde, quando já quer cancelar.
O que entregamos:
- yaTickets — pipelines de suporte configuráveis, estágios com tipo (novo, em andamento, aguardando cliente, monitorando, resolvido, fechado) e SLA por estágio em horas, com opção de pausar o relógio.
- Ticket com protocolo — número, prioridade (crítica/alta/normal/baixa), status, marcação de primeira resposta, marcação de SLA estourado, nota de resolução e semáforo verde/amarelo/vermelho.
- Sub-tickets em árvore e várias conversas ligadas ao mesmo ticket — o histórico não se perde entre canais.
- Escalação em 2 modos — espelho (o outro time acompanha junto) ou transferência completa, com motivo obrigatório, SLA de escalação e linha do tempo registrada.
- Reabertura com auditoria — registra de onde o ticket voltou, o motivo e o estado anterior.
- Motivos de atendimento categorizados e relatórios de suporte pra medir o time de verdade.
- yaBrain — base de conhecimento com IA: documentos, procedimentos passo a passo (com pré-requisitos e alternativa), coleções por persona, health score da base (atualidade, cobertura, precisão, desempenho), busca semântica e laboratório de prompt e coaching.
- yaFollowUp disponível para o suporte — o mesmo motor de régua usado em vendas atende ao contexto de suporte, detectando conversa parada no pós-venda e respeitando horário de silêncio e limite de frequência por contato. O motor está pronto; a adoção nas operações ainda é recente.
- Pesquisas (CSAT/NPS) — dispara sozinha assim que o atendimento é finalizado, respondida dentro do próprio WhatsApp, sem reabrir a conversa já fechada; tem análise de sentimento sobre o comentário livre e relatório cortado por agente, setor e se quem resolveu foi IA ou humano.
Expansão
O cliente vende uma vez e nunca mais. A base vira cemitério de contatos, e ninguém sabe quem está prestes a cancelar até cancelar.
O que entregamos:
- Inteligência de compra dentro do Contato 360 — LTV, total de compras, reembolsos, chargebacks, receita líquida, ticket médio, velocidade de compra, meio de pagamento preferido, assinaturas ativas/canceladas, MRR e produtos que o cliente possui, com cálculo de risco de churn.
- Eventos de compra na linha do tempo — compra, reembolso, chargeback, assinatura cancelada/renovada/atrasada, pagamento falhado, carrinho abandonado.
- yaFollowUp — motor de reengajamento que roda sozinho a cada poucos minutos, detecta contato parado e agenda o acompanhamento, com passos configuráveis (espera, mensagem fixa, variações, template, ou instrução pra IA gerar a mensagem na hora), filtros por setor/canal/funil/estágio/tag, limite por contato/mês, tempo de descanso e horário de silêncio. A régua cancela sozinha todos os passos futuros em quatro situações — o cliente responde, o negócio é ganho ou perdido, a conversa é transferida, ou um passo falha em cascata — sem precisar de ninguém desligando na mão. Quando duas réguas concorrem pela mesma conversa, vale prioridade configurável. É multicanal (WhatsApp, Instagram e Messenger), tenta de novo com espera crescente quando um envio falha, e tem um vigia de saúde que alerta a equipe quando a taxa de falha de um canal foge do normal.
- Window Guardian evita perder o contato ativo quando a janela de 24h está pra fechar.
- Campanhas de reativação de base — cria público a partir de comportamento, tags e histórico (contato, conversa, negócio, campanha anterior, campanha de anúncio) e dispara pra esse público. A campanha também pode ser disparada por API, a partir de um gatilho no sistema do cliente.
- Notificações e lembretes transacionais — confirmação de compra, aviso de entrega, lembrete de renovação ou de agendamento saem por template aprovado, dentro da mesma conversa em que o cliente já fala com a empresa.
- Ciclo de vida automático do contato e metas por carteira, fechando o loop entre quem já é cliente e quem pode voltar a comprar.
Antes de tudo, o que não muda: a jornada da Camada 1 vale inteira em todos os setores. O yapt. entrega os seis pilares para qualquer operação — não existe setor em que a plataforma faça menos. O que muda de um setor para o outro é por qual porta o cliente entra e qual é a manha local — o detalhe que só quem opera aquele mercado conhece. É só isso que os capítulos abaixo contam.
Quando um setor não descrever um pilar, não leia como ausência de entrega: leia como "aqui não é por onde se entra". E quando o texto disser que ainda não temos caso rodando, é exatamente isso — a plataforma faz, falta o caso.
Os setores abaixo são os das empresas que a New Way atende — não da New Way em si. A New Way não opera em cobrança nem vende cosmético, não é concessionária nem distribuidora: ela atravessa todos esses setores com a mesma plataforma, entregando o motor descrito na Camada 1 pra cada um deles.
A porta de entrada varia mais pelo porte da operação do que pelo setor. Uma grande operação costuma entrar por suporte/atendimento em escala ou por aquisição em alto volume; uma operação média entra por venda e atendimento conectados; uma operação pequena entra pela venda — parar de perder mensagem.
Os setores abaixo não são o catálogo inteiro — são onde a New Way tem mais operação rodando hoje. A ordem não é ranking de importância nem de faturamento.
Cobrança e recuperação de crédito
Quem opera cobrança vive de volume e de reputação de número ao mesmo tempo: precisa falar com uma base grande de devedores todo mês sem levar bloqueio da Meta, e precisa provar de onde veio cada retorno — campanha, lista importada, base antiga — pra saber o que está funcionando. É o setor de origem da casa: o Mktzap nasceu daqui, e é onde há mais tempo de estrada.
Como a jornada roda aqui:
- Aquisição: dois caminhos de disparo ativo, não um só. Campanha pode sair pela própria BM do cliente — usando o número e a reputação que ele já construiu — ou pelo broadcast nas BMs da New Way, quando o cliente prefere infraestrutura gerenciada ou está subindo volume além do que o próprio número aguenta. Os dois caminhos correm com a mesma proteção: pausa automática se a qualidade do número cair pro vermelho, e controle de vazão por tier limitando o ritmo sozinho, sem precisar configurar nada. O motor de atribuição (o mesmo que rastreia clique de anúncio e visita ao site) também identifica de onde entrou o contato do devedor — de qual campanha, lista ou base — pra prestar contas de onde veio o retorno, não só quanto retornou.
- Pré-venda → Venda: aqui os dois se confundem de propósito — a negociação da dívida já é a venda deste setor, não há uma etapa de qualificação separada antes dela. Duas formas de conduzir: autonegociador de IA, usando as Habilidades do agente pra conduzir a negociação de ponta a ponta dentro da conversa; ou formulário estruturado — os Flows dentro do próprio WhatsApp — pra quem prefere um fluxo guiado, sem digitar proposta e contraproposta em texto livre.
- Atendimento: o peso operacional está aqui — gestão de operação forte é o que sustenta volume. yaFilas distribui a fila entre operadores (rodízio, menor carga), yaPortfolios organiza carteira de devedores por dono ou time com meta própria, e yaOperations mede produtividade real — tempo médio de negociação, ocupação, ranking por operador — sem depender de planilha de supervisor.
- Suporte: o pós vive de dado, não de ticket aberto. Quando o mesmo devedor volta a ser cobrado — meses depois, outra dívida ou outra parcela — a deduplicação de contato e a IA com memória infinita fazem o número reconhecê-lo na hora e retomar de onde parou, em vez de recomeçar a negociação do zero.
- Expansão: a plataforma entrega igual aos outros setores — réguas de reengajamento e campanha de reativação de base existem prontas —, mas ainda não temos caso de expansão rodando em cobrança. É oportunidade aberta, não limitação de produto.
O que só quem opera cobrança sabe: aqui a venda é a negociação, então "pré-venda" e "venda" nunca foram dois momentos separados — e o pós-atendimento não é suporte no sentido clássico, é o sistema lembrando quem já negociou antes.
Cosméticos e venda por representantes
Os representantes do cliente, espalhados aos milhares, cada um com sua carteira, sem padrão de atendimento nem visibilidade centralizada — e a base de quem já comprou vira cemitério de contato porque ninguém tem tempo de reativar um a um.
Como a jornada roda aqui:
- Aquisição: botão de WhatsApp e widget no site captam quem procura um representante ou a loja da rede; campanhas ativas disparadas pela plataforma completam a porta de entrada, com a mesma atribuição de origem carregada até a venda.
- Pré-venda: a IA apoia o representante respondendo dúvida de produto e qualificando o interesse antes de passar a conversa adiante, com lead scoring priorizando quem está mais perto de comprar.
- Venda: cada representante fala só com quem é dele — a carteira de contas roteia a conversa automaticamente para o dono certo, numa plataforma única que gere força de vendas e varejo juntos. O catálogo de produtos alimenta a conversa e a venda pode fechar dentro do próprio WhatsApp — carrinho, pedido e pagamento, sem sair da conversa.
- Atendimento: autosserviço para líderes e gerentes da rede consultarem status de protocolo, pedidos e indicadores do grupo direto na conversa, com transbordo pro time humano quando o caso exige análise que a IA não resolve sozinha.
- Suporte: yaFilas mostra fila e SLA por setor mesmo com milhares de representantes na base, e a regra de fechamento e reabertura evita tanto chamado represado quanto cliente reabrindo o mesmo problema do zero.
- Expansão: é forte aqui — cria-se público a partir do histórico e das tags de compra, dispara-se campanha de reativação para quem parou de comprar, e a integração por API permite disparar a partir de um gatilho no próprio sistema do cliente (um pedido processado, um estoque reposto). Notificação de compra e lembrete de reposição saem pela mesma conversa em que o representante já fala com o cliente final. A carteira segue sendo roteamento e controle de acesso — quem reativa é a régua e a campanha, não a carteira.
A particularidade deste setor é que a mesma plataforma sustenta dois papéis ao mesmo tempo — força de vendas pulverizada e varejo da rede — sem misturar carteira de um representante com a de outro, e é a régua de reativação, não o representante, que garante que ninguém da base fique esquecido.
Telecom e provedores de internet (ISPs)
Volume altíssimo de conversas de venda, suporte e retenção — atendimento lento é cliente final cancelando pra concorrência. O gestor de marketing gasta em campanha sem saber qual anúncio virou instalação, e o time comercial perde venda vendendo endereço que nem está na área de cobertura.
Como a jornada roda aqui:
- Aquisição: o lead de campanha chega direto no WhatsApp por clique em anúncio — CTWA captura os 10 campos do anúncio (origem, campanha, criativo, imagem) e etiqueta a conversa antes da primeira resposta; quando o lead vem de um Lead Form da Meta ou do Google, o Instant Engage já dispara a primeira mensagem em segundos, sem esperar um vendedor puxar. Botão de WhatsApp e widget no site completam a captação.
- Pré-venda: a IA faz a primeira triagem como um SDR completo — qualifica e, integrada aos sistemas internos do provedor, confirma se o endereço está em área de cobertura antes de avançar para o comercial. Esse é o filtro real de qualificação deste tipo de venda: sem cobertura, não faz sentido gastar tempo de vendedor.
- Venda: conversa qualificada é distribuída de forma inteligente entre os vendedores — roteamento por setor com capacidade real (só conta quem está de fato em conversa ativa, não conversa parada) e fidelização ao mesmo atendente quando faz sentido. O pipeline mostra o negócio com valor ponderado por estágio, motivo de perda registrado, e o relatório de vendas fecha o ciclo de atribuição: de qual campanha, de qual anúncio, veio cada venda fechada.
- Atendimento: yaFilas dá ao gestor o radar ao vivo de quem está esperando e onde o SLA vai estourar — decisivo num setor em que "atendimento lento" já significa cliente pedindo cancelamento. Window Guardian evita perder a janela de 24h no meio de uma negociação de instalação ou upgrade.
- Suporte: de aviso de instabilidade do sistema até retirada de segunda via, a comunicação sai por notificação automática dentro da mesma conversa em que o cliente já fala com o provedor — inclusive o alerta de técnico a caminho da casa do cliente. Fechamento e reabertura configuráveis evitam tanto fila represada de chamado antigo quanto cliente reabrindo do zero um problema já em andamento.
- Expansão: aqui a expansão é retenção — yaFollowUp detecta a conversa de rompimento que esfriou e retoma sozinho, campanhas de reativação são disparadas para quem está prestes a cancelar, e o cálculo de risco de churn dentro do Contato 360 (histórico de pagamento, assinatura, reembolso) ajuda a priorizar quem precisa de atenção antes que o cancelamento aconteça.
A checagem de cobertura na pré-venda é a manha que só quem opera ISP conhece: é o único setor em que qualificar o lead depende de consultar um sistema interno (mapa de rede) antes mesmo de falar de preço — sem isso, o vendedor negocia planos para endereços que o provedor nunca vai conseguir atender.
Indústria e energia solar
O fabricante ou distribuidor vende através de uma rede de instaladores e assistências técnicas espalhada pelo país — e não pode aparecer no meio do caminho. Quando o cliente final liga porque o equipamento parou, ele quer resposta rápida de quem instalou ou de quem representa a marca na região, não descobrir que existe uma empresa de tecnologia terceira atrás do atendimento. E, em rede grande, o mesmo problema se repete em mais de um idioma.
Como a jornada roda aqui:
- Aquisição: o instalador ou a assistência técnica capta o cliente final pelo Botão do WhatsApp e pelo widget de webchat no site, com CTWA identificando de qual anúncio (venda de kit, campanha de instalação) veio o contato — sempre com a marca de quem vende, nunca com a da New Way nem a do fabricante.
- Pré-venda: a IA qualifica o interesse (tipo de equipamento, porte da instalação, urgência) e já consulta o Catálogo de produtos pra situar o cliente final no que existe disponível antes de um vendedor entrar.
- Venda: o negócio segue no Pipeline de negócios, com Propostas geradas pela plataforma e enviadas dentro da própria conversa — cotação de kit ou serviço sem sair do WhatsApp.
- Atendimento: aqui mora o peso maior do setor — suporte técnico white-label: a operação atende sempre em nome de quem contratou, com IA multilíngue pra atender a rede de instaladores e clientes finais em mais de um idioma sem trocar de ferramenta.
- Suporte: a IA reconhece automaticamente o cliente final recorrente — quem é, quais equipamentos possui, histórico de problemas — usando a mesma IA com memória infinita que o resto da plataforma, e conduz o chamado dentro do pipeline de suporte configurável (yaTickets), com procedimentos passo a passo (pré-requisito e alternativa) pra padronizar o diagnóstico técnico entre atendentes diferentes — inclusive consultando dentro da conversa o status de um processo interno, como um envio em garantia.
- Expansão: a mesma base de conhecimento do yaBrain é replicada pra outras linhas de produto e outras unidades do grupo, e campanhas de reativação alcançam a base de clientes finais que já compraram equipamento.
O detalhe que só quem opera nesse setor sabe: o white-label não é um detalhe visual, é regra de implantação — a marca que aparece na conversa é sempre a de quem contratou, nunca a do fabricante nem a da New Way, mesmo quando o chamado é sobre o produto do fabricante.
Financeiro e crédito
Quem qualifica crédito em volume vive de esteira: lead entra, precisa ser avaliado rápido, e a base inteira de clientes ativos exige contato recorrente sem estourar orçamento nem arriscar o número. Perder gente no meio do caminho — entre "perguntou" e "assinou" — é a dor real.
Como a jornada roda aqui:
- Aquisição: lead de crédito chega por formulário (site, campanha ou parceiro) e o Instant Engage dispara a primeira mensagem de WhatsApp em segundos, antes que ele esfrie — clique em anúncio "simular crédito" chega com a campanha e o criativo já identificados via CTWA.
- Pré-venda: qualificação de crédito por IA usando as Habilidades do agente financeiro, com lead scoring duplo — comportamental (interação, recência, canal) somado à nota por IA lida contra o perfil de cliente ideal descrito pelo cliente — pra saber quem tem chance real de aprovação antes de gastar tempo de esteira nele.
- Venda: negócio segue o pipeline (kanban, valor ponderado por estágio) até o fechamento, com a metodologia de qualificação que o time já usa (BANT, SPIN ou o que for) moldando como a IA conduz a conversa de crédito.
- Atendimento → Suporte: os dois se confundem por desenho — quando o cliente vende o crédito, o pós-venda vira cobrança: em vez de um suporte à parte, o que roda depois é a régua de pagamento. O cliente final que liga pra pagar já é reconhecido pelo número — pega o boleto na hora, sem repetir CPF nem contar tudo de novo.
- Expansão: aparece primeiro como recorrência — o mesmo cliente voltando a tomar crédito — antes de aparecer como upsell. yaFollowUp detecta contato parado e retoma sozinho, e a fatia comercial do Contato 360 acompanha assinatura, parcela e MRR corrente pra saber quem está no ciclo de voltar a pedir.
- Base grande sem estourar orçamento nem levar bloqueio não é promessa solta: yapt. Disparos tem teto de gasto configurável com pausa automática ao atingir o limite, e o próprio motor já limita o ritmo de envio pelo tier do número, sem precisar configurar nada.
O que é particular do setor: instituição financeira entra dos dois lados — como cliente final de operações que a New Way atende (cobrança, imobiliário) e como cliente direto da plataforma pra qualificar o próprio crédito.
Imobiliário e construção
Lançamento gera lead de anúncio em volume, e quem demora a responder perde pra quem respondeu primeiro — cinco minutos de atraso já é lead esfriando. Do outro lado, inadimplência de condomínio e incorporadora sem régua estruturada vira rombo silencioso.
Como a jornada roda aqui:
- Aquisição: lead de anúncio de lançamento chega com campanha e criativo identificados (CTWA), e o Instant Engage dispara a primeira mensagem em segundos — a corrida contra o esfriamento começa antes de qualquer vendedor abrir o CRM.
- Pré-venda: a IA conduz qualificação e coleta de documentação usando as Habilidades do agente imobiliário, formulário de captação estrutura o que precisa ser coletado (renda, composição familiar, documentação) sem depender de pergunta manual, e a agenda sincronizada com Google Calendar marca visita ao imóvel sem duplicar compromisso entre CRM e agenda pessoal do corretor.
- Venda: a IA conduz até a aprovação de crédito; dali em diante o fechamento — unidade, cartório, escritura — passa pra um corretor humano, com a IA acompanhando a etapa no pipeline, não sumindo da history do negócio.
- Atendimento → Suporte: os dois se confundem aqui por um motivo diferente do de cobrança — em paralelo à jornada de venda, corre a régua de cobrança de inadimplência de condomínio e incorporadora, que segue o mesmo padrão descrito no setor de Cobrança acima (dois caminhos de disparo, autonegociador ou Flow de negociação): não é suporte clássico, é régua de pagamento rodando ao lado do atendimento.
- Expansão: clientes finais com a operação concluída são acionados pra indicar novos leads via campanha de reativação de base, e a mesma base de leads frios é reacionada quando mudam regras de financiamento habitacional — diferente da régua de cobrança acima, que é venda recorrente, não expansão clássica.
O que só quem opera imobiliário sabe: a IA nunca fecha sozinha — ela leva até a aprovação de crédito e larga a mão do corretor humano exatamente na hora que exige assinatura, cartório e o toque humano que esse tipo de venda pede.
Automotivo
Negociar carro ou cota de consórcio é um processo longo, cheio de ida e volta de proposta, e trava toda vez que depende de um vendedor disponível na hora certa. Depois que fecha, a concessionária ou a administradora perdem o cliente de vista até a próxima revisão — se lembrarem de avisar.
Como a jornada roda aqui:
- Aquisição: lead de campanha de test-drive, lançamento de modelo ou grupo de consórcio chega direto no WhatsApp via CTWA, com Instant Engage disparando a primeira mensagem em segundos.
- Pré-venda: a IA qualifica veículo/cota de interesse, forma de pagamento e urgência, com Lead scoring priorizando quem está mais perto de negociar; a Agenda com sincronização Google Calendar já marca o test-drive ou a visita à loja sem o vendedor precisar replicar em outro lugar.
- Venda: aqui entra o autonegociador — a IA conduz parte da negociação (condições, entrada, parcelas) usando as Habilidades do agente e a metodologia de qualificação configurada no agente (BANT, SPIN, Challenger), antes de o vendedor humano entrar como closer pra fechar. O Pipeline de negócios e as Propostas documentam cada etapa até o fechamento.
- Atendimento: confirmação da negociação e distribuição pelo yaFilas, com Formulários dentro do WhatsApp conduzindo cada etapa documental sem sair da conversa.
- Suporte: depois do fechamento, o pós-venda continua — agendamento de revisão e serviço pela mesma agenda sincronizada, e o pipeline de suporte (yaTickets) organiza chamado de garantia ou assistência técnica.
- Expansão: o yaFollowUp trabalha a base pra recompra — troca de veículo, nova cota, indicação — com notificações e lembretes transacionais avisando revisão e vencimento, e pesquisa de satisfação rodando dentro da própria conversa depois do atendimento.
O detalhe que só quem opera nesse setor sabe: aqui a jornada roda inteira, do primeiro clique no anúncio até a recompra anos depois — não é um setor que entra só pela venda, é o que mais usa Formulários e Flows dentro do WhatsApp em cada etapa, do agendamento do test-drive ao chamado de garantia.
Varejo e ERP
Rede de varejo com volume de atendimento que não cabe em time humano sozinho, e sistemas internos — ERP, estoque, pedido — que não conversam com o canal de atendimento, obrigando o operador a alternar entre telas pra responder algo simples.
Como a jornada roda aqui:
- Aquisição: campanhas de disparo somadas a botão de WhatsApp e widget no site captam o cliente final da rede; quando a loja vende também por e-commerce integrado (Shopify, WooCommerce, Nuvemshop), a compra no site carrega junto a atribuição de qual campanha trouxe aquele cliente.
- Pré-venda e venda: aqui os dois se confundem — o cliente final geralmente já sabe o que quer e a conversa vai direto para o catálogo de produtos e para a compra dentro do próprio WhatsApp, carrinho e pedido incluídos, sem abrir outro canal.
- Atendimento: apps prontos, webhooks com mapeamento de campos e API pública conectam o canal ao ERP, ao estoque e ao pedido — o operador vê a informação do sistema interno sem trocar de tela, e yaFilas sustenta o volume alto mostrando fila e SLA em tempo real, com todos os canais (WhatsApp, Instagram, webchat) na mesma caixa de entrada.
- Suporte: a IA de suporte substitui a ferramenta e o bot anterior, atendendo 100% pelo WhatsApp oficial — recebe o chamado, coleta informação, consulta a base de conhecimento (manuais, materiais de produto) e resolve o primeiro nível antes de escalar.
- Expansão: roda igual aos demais setores — campanha para a base de clientes finais da rede segmentada por comportamento e histórico, notificação de compra e lembrete transacional, reativação de quem parou de comprar. Em rede com muitas unidades, soma-se a réplica da mesma base de conhecimento entre elas, pra não recriar o suporte do zero loja por loja.
A particularidade do varejo é a integração de sistema como pré-requisito, não como extra: sem ligar ERP, estoque e pedido ao canal, a IA de atendimento fica cega justamente para a pergunta mais comum do cliente final — "meu pedido chegou?", "esse produto tem na loja?".
Saúde
⚠️ Setor em prospecção — não há operação em produção hoje. O que existe são propostas em negociação avançada, sem contrato fechado. A descrição abaixo é de como a jornada rodaria com a plataforma que já existe hoje, não um caso real em campo.
Como a jornada rodaria aqui:
- Aquisição: paciente chega pelo Botão do WhatsApp ou pelo widget de webchat no site da clínica ou operadora, com atribuição de origem desde o primeiro contato.
- Pré-venda: a IA faz a triagem inicial (especialidade, convênio, urgência) e usa a Agenda com sincronização Google Calendar pra oferecer horário disponível na hora, sem ida e volta manual.
- Venda: o agendamento da consulta é fechado dentro da própria conversa via Formulários dentro do WhatsApp, com confirmação automática de dados e convênio.
- Atendimento: o Window Guardian e as notificações e lembretes transacionais cuidam da confirmação e do lembrete de consulta, reduzindo falta — o paciente recebe aviso automático, sem ligação manual da recepção.
- Suporte: dúvida sobre exame, resultado ou reagendamento entra no pipeline de suporte (yaTickets), com o yaFilas garantindo que atendimento de paciente em escala não vira fila indistinta — cada caso com prioridade e SLA.
- Expansão: campanhas de retorno (check-up periódico, renovação de tratamento) e pesquisa de satisfação pós-consulta rodam pela mesma régua usada nos demais setores.
O detalhe que a saúde exige e nenhum outro setor exige do mesmo jeito: cuidado com dado sensível do paciente em cada etapa — é o ponto que qualquer piloto futuro precisa validar antes de qualquer coisa, e por isso este capítulo permanece em ⚠️ até existir um caso real rodando.
BPO e contact centers
A operação terceirizada já tem processo, já tem dono, já tem cliente contratante — o que falta é inteligência de verdade rodando dentro da própria operação, sem trocar de fornecedor de infraestrutura nem reconstruir o que já funciona.
Como a jornada roda aqui:
- Aquisição: quando está no escopo da parceria, entra pelas mesmas portas dos demais setores — Botão do WhatsApp, widget e CTWA — mas o mais comum é o contact center já operar tráfego próprio e a New Way entrar depois desse ponto.
- Pré-venda e venda: os Agentes de IA (modo autônomo ou sussurro, com painel de sugestão pro operador humano) e o Pipeline de negócios ficam disponíveis, mas em geral seguem sendo operados pelo próprio contact center, que já tem processo comercial desenhado.
- Atendimento: aqui está o ponto de entrada mais comum — Inbox V2 unificando a fila, yaFilas com radar ao vivo de SLA e distribuição, e o modelo de capacidade inteligente (yaRoute), que enxerga carga real de conversa ativa em vez de conversa parada, essencial numa operação de alto volume.
- Suporte: pipeline de suporte configurável (yaTickets), com escalação, SLA por estágio e o Control Tower dando auditoria decisão a decisão de como cada conversa foi distribuída — ponto crítico quando o contratante do BPO cobra transparência de processo.
- Expansão: yaFollowUp, campanhas de reativação e relatórios do yaOperations (produtividade, previsão de staffing, detecção de anomalia) ficam disponíveis pra quem quiser usar a plataforma pra gerir a própria força de trabalho, não só o atendimento.
O detalhe que só quem opera BPO sabe: a plataforma entrega a jornada inteira aqui também — o que limita o escopo é o desenho da parceria com quem já opera, não o produto. ⚠️ Estágio: os casos mapeados até aqui estão em fase de proposta comercial e reunião de descoberta, sem operação confirmada em produção.
O padrão que se repete
Setor muda, jornada não muda. A New Way entra por um pilar — o que dói mais naquele setor, naquele momento — e a operação do cliente se expande pelos outros na velocidade do cliente, não da New Way. O setor decide a porta; os seis pilares decidem o mapa inteiro.
Inventário de produto conferido no Mapa de Funcionalidades (nw-brand-system/produto/mapa/) — varredura de 31/07/2026.
Como Falamos
// contra o que lutamos e as palavras da casa
1Contra o que lutamos, e o que somos
O pecado original do nosso setor é vender atendimento e abandonar o cliente. O abandono tem várias caras — na entrada (implantação empurrada pra consultoria cara), no problema (suporte que não responde), na conta (fatura-surpresa), na operação (plataforma que cai e leva o cliente junto), no cliente final (bot burro no ar) e na saída (cancelamento que leva meses, número preso). Isso não é uma acusação genérica: é um comportamento documentado, real, do mercado inteiro — nunca um concorrente com nome. A New Way não critica o abandono de fora — o Netto viveu os dois lados, construiu uma plataforma pioneira, viu ela travar, e reconstruiu tudo.
A New Way é a antítese exata disso: a empresa que opera junto. Não são palavras nossas — são de clientes, na avaliação deles: "atendimento maravilhoso", "proximidade pra propor soluções", "entrega rápida". Operar junto significa, na prática: implantação com gente nossa do lado, suporte que resolve, evolução no ritmo do cliente, conta transparente, porta de saída digna.
Levantar essa bandeira obriga a casa inteira, pra sempre. Um único cliente preso num cancelamento destrói a marca. Se a operação não sustenta a promessa em algum ponto, a promessa não é publicada naquele ponto — nunca o contrário.
A tese que resume tudo: crescimento não se promete. Se opera. O mercado vende crescimento como mágica — compre a ferramenta, instale o bot. Não funciona. Crescimento é consequência de operar bem os seis pilares: aquisição → pré-venda → venda → atendimento → suporte → expansão. É isso que a New Way faz, com IA, plataformas, educação e pessoas trabalhando juntas.
2As 3 recusas
O que a New Way se recusa a ser, mesmo quando dá dinheiro:
- Vender e sumir. Não existe cliente implantado e esquecido.
- Colocar IA de vitrine no ar. Demo linda com bot burro em produção humilha o cliente do cliente. Se não resolve de verdade, não sobe.
- Travar o cliente. Nem na fatura, nem no contrato, nem na saída.
3Os 3 públicos — nunca cruzar mensagem
A New Way fala com três públicos diferentes, e cada um entende o mesmo produto numa língua diferente:
- Grandes operações — dezenas a centenas de operadores, decisão de diretor/gerente. É a prova de escala: se aguenta uma operação grande, aguenta qualquer uma.
- Médias/pequenas operações — o coração comercial. Empresas que já vendem e atendem nos canais digitais, mas em pedaços soltos, sem inteligência conectada.
- Pequenas empresas — o dono no balcão, sem estrutura. É o volume e o futuro: entrada rápida, self-service, jornada guiada.
Os três compram a mesma coisa — os seis pilares operando — em profundidades diferentes. É proibido usar a mensagem de um público em peça dirigida a outro: a gerente de operação não lê filosofia; o dono de loja não lê "routing por valor". O detalhe de cada público (o que tira o sono, o que valoriza, o vocabulário certo) é do time de marketing — quem escreve peça pra público específico consulta o material deles antes.
4O coração do conteúdo
Toda peça de comunicação — post, proposta, e-mail, resposta de suporte, o que for — passa por um filtro de quatro perguntas antes de ir pro ar. Reprovou em uma, reescreve:
- De que realidade isso parte? Da realidade de quem lê, ou da realidade de operação que a gente conhece por dentro. Nunca de um aforismo. Nunca de uma história inventada.
- Onde está o detalhe que só quem opera sabe? O humano mora na especificidade real — não em generalidade bonita. Peça sem pelo menos um detalhe concreto é conteúdo de IA genérica.
- Isso é literalmente verdade? Fato, número, episódio: só o que existe e aconteceu. Opinião forte é livre. Invenção é proibida — personagem fictício, diálogo fictício, cliente fictício: nunca, nem "pra ilustrar".
- Termina em quê? Postura, decisão ou caminho. A tese ou aforismo entra no fecho, merecida — ou nem entra. Nunca é porta de entrada.
Dois exemplos de como isso muda o resultado:
Antes (reprovado): "Eu aprendi do lado errado: ferramenta não cresce empresa." Depois: "Todo mundo fala de IA no atendimento. Quase ninguém fala do que acontece depois da demo. Colocar IA numa operação de suporte exige o que demo nenhuma mostra: base de conhecimento bem estruturada — senão a IA alucina. Fila que distribui por região e por prioridade — senão o cliente grande espera atrás do curioso. [...] Eu construí uma plataforma pioneira e vi por dentro o tamanho dessa diferença. Foi por isso que decidi: aqui, projeto grande tem gente nossa do lado, do desenho ao go-live."
Antes (reprovado): "Seu vendedor foi contratado para vender. Por que ele passa o dia procurando contexto?" Depois: "Faz um teste na sua operação esta semana: cronometra quanto tempo o seu melhor vendedor passa efetivamente VENDENDO. O resto do dia dele é caça: procurar o histórico da conversa, achar o documento que o cliente mandou há duas semanas, lembrar em que pé parou a negociação [...] Vendedor bom custa caro demais pra passar o dia procurando coisa."
A diferença nos dois casos é a mesma: sai do slogan, entra pela realidade específica de quem opera, e só assina a tese no final — se assinar.
5Números e nomes
Número sem fonte não existe. Todo número publicado tem origem rastreável — dado interno agregado, case validado pelo cliente, ou estudo de terceiro com link. O número institucional que qualquer pessoa pode usar sem checar nada é: 40M+ mensagens/mês em produção. Fora dele, qualquer outro número (mesmo os que parecem "óbvios" — clientes, retenção, produtividade) precisa vir do banco de provas do marketing. Ficam proibidos pra sempre números fabricados ou órfãos do tipo "80% mais", "78% das vendas", "5,2M de conversas" — se você não sabe de onde um número saiu, não usa.
Nome de cliente é ativo protegido. A regra padrão é case por setor, sem nome ("uma operação de telecom com dezenas de milhares de atendimentos/mês..."). Nome de cliente só aparece com autorização expressa e registrada — dupla, do cliente e do Netto. Nunca amarrar número público a nome de cliente sem esse duplo ok.
Falamos a língua de quem usa, não o nome interno de engenharia. Alguns exemplos do que muda:
| Falamos assim (público) | Não lideramos com (apelido interno) |
|---|---|
| IA com memória infinita | "SuperMemória" |
| Mentor — a IA que treina o colaborador | "Copilot" |
| Detecção de emoção do cliente na conversa | "Emotion Engine" |
| Atribuição 100% no WhatsApp | "CAPI/CTWA" |
E uma regra que nunca muda: nós somos BSP Meta (oficial, infraestrutura própria) — nunca "BSP próprio" como se fosse posse isolada, e nunca revelamos qual LLM usamos por baixo.
6Grafias e glossário essencial
Erros de grafia parecem detalhe, mas é a marca escrevendo o próprio nome errado. Os que mais aparecem:
| Escreve-se | Nunca |
|---|---|
| New Way (junto, N e W maiúsculos) | Newway, NEW WAY |
| yapt. (minúsculo, com ponto final, sempre — mesmo no meio da frase) | Yapt, YAPT, yapt sem ponto |
| yapt. Disparos | yapt. Campanhas, "broadcast" |
| Mktzap | MKTZap, MktZap, mktzap |
| JournWay | Journway, JOURNWAY |
| NW Academy | Academy New Way, "academia" |
| yaBrain · yaAgents · yaFlows · yaInbox (e demais ya*) | variações de caixa alta/baixa |
| Mentor | "Copilot" como termo principal |
| Crescimento Inteligente (maiúsculas, e só na voz do Netto) | usado como slogan geral da empresa |
O dicionário da casa
Todo lugar tem seu vocabulário, e o nosso é denso: metade vem da Meta, metade nasceu aqui dentro. Este é o mínimo pra você não ficar perdido na primeira semana — e, mais importante, pra saber o que pode e o que não pode sair da sua boca na frente de cliente.
O mundo da Meta
Tudo aqui é público: pode usar com cliente à vontade, explicando o que significa.
| Termo | O que é |
|---|---|
| BSP | Business Solution Provider — o credenciamento oficial da Meta que autoriza operar o WhatsApp Business API. Nós somos BSP Meta, com infraestrutura própria. |
| BM | Business Manager: a conta da Meta onde vivem os ativos digitais de uma empresa — páginas, perfis, anúncios e, no nosso caso, os números oficiais e os templates aprovados. Toda operação oficial nasce dentro de uma BM. |
| WABA | WhatsApp Business Account: a conta de WhatsApp que fica dentro da BM e agrupa os números. É onde a Meta controla limites, qualidade e templates. |
| Número oficial | Número habilitado na API oficial da Meta, dentro de uma WABA. É o que permite muitos atendentes, automação e campanha em escala. |
| WhatsApp Business API | A porta oficial da Meta para empresas. Não tem tela própria — precisa de uma plataforma como o yapt. em cima dela. |
| Business App | O aplicativo verde comum de WhatsApp Business, aquele da loja de aplicativos. Não é a API — é para o dono que atende sozinho no celular. Essa confusão responde metade das dúvidas que chegam. |
| Template | Mensagem pré-aprovada pela Meta, obrigatória para iniciar conversa. Tem categoria (marketing, utilidade, autenticação) e pode ser reprovada ou pausada. |
| Janela de 24 horas | Depois que o cliente final responde, abre uma janela de 24h em que dá para conversar livremente. Fechou a janela, só volta por template. |
| Tier | O limite de quantos contatos novos um número pode iniciar por dia. Sobe conforme o número prova qualidade. |
| Qualidade do número | Semáforo da Meta — verde, amarelo, vermelho. Vermelho é risco de bloqueio, e nossas campanhas pausam sozinhas nesse caso. |
| CTWA | Click to WhatsApp: anúncio que leva direto pra conversa, trazendo junto os dados de qual campanha veio. |
| Lead Form | Formulário de captura dentro do próprio anúncio da Meta. |
| Portfólio | Agrupamento de BMs na Meta, usado para faturamento e limites. |
| Verificação de negócio | Processo em que a Meta confirma que a empresa existe. Sem ela, a operação fica limitada. |
Nossos produtos
Também públicos — só cuidado com a grafia, que é como a marca escreve o próprio nome.
| Termo | O que é |
|---|---|
| yapt. | Nossa plataforma principal de IA para operações de conversa. Minúsculo, com ponto, sempre. |
| Mktzap | O produto raiz, de 2015. Continua vivo e evoluindo, mas não saímos mais a mercado com ele. |
| JournWay | O CRM por onde a New Way opera. Não é produto que vendemos — é onde a casa registra tudo. |
| yapt. Disparos | Nosso produto de campanha em massa no WhatsApp. Nunca chame de "Campanhas" nem de "broadcast". |
| Família ya\* | Os módulos do yapt.: yaInbox (tela de atendimento), yaFilas (filas e distribuição), yaFlows (automações), yaAgents (agentes de IA), yaBrain (base de conhecimento), yaOperations (gestão da operação), yaFollowUp (réguas de acompanhamento), yaPortfolios (carteiras), yaTickets (suporte), yaConnect (integrações). |
| Mentor | A IA que treina o colaborador em tempo real. Nunca chame de "Copilot". |
| IAveh | A IA que vende o yapt. |
| ADA | A IA que atende o suporte da New Way. Não confunda com a IAveh — uma vende, a outra socorre. |
| NW Academy | Nossa frente de educação: trilhas e certificações. |
Sistemas internos
Existem, são do dia a dia, mas não são produto — não se oferecem a cliente.
| Termo | O que é |
|---|---|
| Griffin | O sistema de faturamento da New Way. |
| OMIE | O ERP onde saem nota fiscal e boleto. |
Jargão de operação
Palavras que a casa usa o tempo todo e ninguém de fora entende de primeira: tenant (a conta de um cliente dentro da plataforma) · setor (a fila ou departamento que recebe as conversas) · carteira (o conjunto de clientes de um vendedor ou atendente) · régua (a sequência automática de mensagens ao longo do tempo) · transbordo (quando a IA passa a conversa para um humano) · protocolo (o número que identifica um atendimento) · SLA (o prazo combinado de resposta) · inbound (mensagem que o cliente final manda) · outbound (mensagem que a operação inicia).
O que existe e não se divulga
Esta é a parte mais importante deste capítulo inteiro.
Existe no mercado uma forma não oficial de conectar o WhatsApp, fora da API da Meta. A New Way tem essa capacidade técnica e uma estrutura em volta dela — e nada disso é divulgado.
| Termo | O que é |
|---|---|
| NO | Números não oficiais. |
| Rozan | Nosso sistema interno de gestão de aparelhos, chips e números NO. |
| Monitoria | Nosso sistema interno que monitora os canais NO. |
A regra é uma só e não tem exceção: esses três termos não entram em peça de marketing, não entram em proposta, não entram em site, não viram argumento de venda e não são oferecidos como solução. Nossa posição pública é sermos BSP Meta oficial, e é a via oficial que a gente defende, vende e sustenta. Misturar as duas coisas na comunicação destrói exatamente a autoridade que nos diferencia. Se um cliente perguntar, quem responde é a liderança da área — não você.
E aqui está a lição que vale além destes três termos: nem tudo que existe se comunica. Saber o que a casa faz não é autorização pra falar sobre isso — e essa régua vale pra qualquer termo interno que você aprender aqui dentro.
E o que nunca dizemos, em qualquer peça, de qualquer área: "somos um chatbot", "somos um CRM", "somos uma CPaaS", "solução robusta e escalável", "estamos animados em anunciar", "acreditamos que...". Presente, direto, com número — não hedge, não jargão de startup, não voz de guru.
7Por que isso vale pra todo mundo
Isso não é manual de marketing pra quem escreve post. Todo post, toda proposta, todo e-mail, toda resposta de suporte, toda conversa com cliente é a marca falando — não importa se quem escreveu tem "marketing" no cargo. Um número solto num e-mail de vendas, um "acreditamos que" numa resposta de suporte, um nome de cliente citado sem autorização numa proposta: isso não é erro de estilo, é a mesma promessa de "operar junto" sendo quebrada por dentro. A régua deste bloco é a régua de todo mundo, o tempo todo — porque quem lê do outro lado não separa "isso foi o time de marketing" de "isso foi a New Way".
Agora a prova
Ela não é pra reprovar ninguém — é pra saber o que ficou claro. São 25 questões, a maioria de situações reais que você vai viver aqui. No que você errar, a gente explica antes de você sair.
Fazer a prova →